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quinta-feira, 31 de julho de 2008

ANDRAGOGIA: A ARTE DE ENSINAR AOS ADULTOS


Andragogia (do grego: andros - adulto e gogos - educar), é um caminho educacional que busca compreender o adulto. A Andragogia significa, “ensino para adultos”. Andragogia é a arte de ensinar aos adultos, que não são aprendizes sem experiência, pois o conhecimento vem da realidade (escola da vida).
O aprendizado é factível e aplicável. Esse aluno busca desafios e soluções de problemas, que farão diferenças em suas vidas. Busca na realidade acadêmica realização tanto profissional como pessoal, e aprende melhor quando o assunto é de valor imediato. O aluno adulto aprende com seus próprios erros e acertos e tem imediata consciência do que não sabe e o quanto a falta de conhecimento o prejudica. Precisamos ter a capacidade de compreender que na educação dos adultos o currículo deve ser estabelecido em função da necessidade dos estudantes, pois são indivíduos independentes autodirecionados.
Na Andragogia a aprendizagem adquire uma particularidade mais localizada no aluno, na independência e na auto-gestão da aprendizagem, para a aplicação prática na vida diária. Os alunos adultos estão preparados a iniciar uma ação de aprendizagem ao se envolver com sua utilidade para enfrentar problemas reais de sua vida pessoal e profissional. Em classes de adultos é arriscado assinalar quem aprende mais: se o professor ou o estudante, mas pode-se afirmar sem dúvida nenhuma ser totalmente prazeroso.

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Saber Viver






Não sei... Se a vida é curta Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos Tem sentido,
se não tocamos o coração das pessoas.


Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,


Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura... Enquanto durar

domingo, 22 de junho de 2008

O PAPEL DA LINGUAGEM E DA CULTURA NO PROCESSO COMINICATIVO

Historicamente, o trabalho escolar tem apostado na mídia impressa e na comunicação interpessoal como forma básica de mediação entre os sujeitos e os objetos do conhecimento. O ser humano tem se submetido a um processo comunicativo gradativo. A necessidade de se relacionar e de conviver tem evoluído ao passo que ele se relaciona e se comunica.
Cada indivíduo possui um histórico cultural decorridos de uma capacidade de se comunicar que determinam seus valores, crenças, virtudes e atitudes, supostamente caracterizado na vivência dos grupos do meio ao qual ele pertence, que podem ser chamados de herança cultural.
A linguagem mais florada no meio escolar é a linguagem verbal, sendo ela representada por meio da leitura e da escrita de palavras, e como reação involuntária dessas representações de forma simbólica, temos a linguagem não verbal, que provém do inconsciente de quem se comunica.. Dessa capacidade resultam os entendimentos na codificação e decodificação de símbolos, que os levam à uma compreensão recíproca.
Como vimos em Babel, a falta de comunicação, o fatalismo, a inocência, a incompreensão e a busca pelo seu espaço levam pessoas a cometerem diversas atrocidades na busca de encontrar sentido existencial ou até mesmo garantir um lugar ao sol nesse meio de convívio. Permeados por conceitos inter-relacionados e complementares, a vida em desequilíbrio geram inúmeros conflitos que resultam em efeitos colaterais drásticos no ambiente e nas pessoas.
Certamente, o processo de globalização impõe modificações em todas as áreas do processo produtivo, implicando nas relações entre indivíduos, na vida social e na cultura de um modo geral, por meio da produção intelectual, adquirida em parte pela a herança cultural deixada para cada indivíduo responsável pela manutenção e perpetuação a partir da passagem às gerações que se seguem, determinando seu padrão cultural, dando origem às diferenças que caracteriza cada ser humano.
Num contexto globalizado, a linguagem e a cultura ocupa um papel cada vez mais importante no processo comunicativo. A linguagem por ser um meio indispensável de socialização, articulação, conceitualização e interação do sujeito com o mundo. A cultura relaciona esse processo inserindo o sujeito nele, coadunando na inferência de novos conhecimentos promovendo um entendimento entre os grupos, favorecendo a comunicação.
Dessa forma, acreditamos que a linguagem e a cultura se alinhavam produzindo a comunicação entre os povos, de forma a construir conceitos e capacidades intelectuais no aperfeiçoamento dos valores éticos, morais e sociais, construindo um processo de cidadania social, onde o indivíduo se insere, levando-o a uma contínua aculturação - processo decorrente do contato mais ou menos direto e contínuo entre dois ou mais grupos sociais, pelo qual cada um desses grupos assimila, adota ou rejeita elementos da cultura do outro, seja de modo recíproco ou unilateral, e podendo implicar, eventualmente, subordinação política, culminando na endoculturação – onde a capacidade de aprender nunca pára.

sábado, 14 de junho de 2008

A IDADE PARA SER FELIZ

Existe somente uma idade para a gente ser feliz.
Somente uma época na vida de cada pessoa em que é possível sonhar e fazer planos e ter energia bastante para realizá-los, a despeito de todas as dificuldade e obstáculos.


  • Uma só idade para a gente se encantar com a vida e viver apaixonadamente e desfrutar tudo com toda intensidade sem medo nem culpa de sentir prazer.


Fase dourada em que a gente pode criar e recriar a vida à nossa própria imagem e semelhança e
vestir-se com todas
as cores e experimentar todos os sabores.

Tempo de entusiasmo e coragem em que todo desafio é mais um convite à luta que a gente enfrenta com toda disposição de tentar algo novo, de novo e de novo, e quantas vezes for preciso.


Essa idade tão fugaz na vida da gente chama-se PRESENTE, também conhecida como AGORA ou JÁ e tem a duração do instante que passa...

MÁRIO QUINTANA

sexta-feira, 23 de maio de 2008

EU PRECISO APRENDER MAIS DE DEUS......




Para manter-nos profissionalmente, precisamos estar constantemente aperfeiçoando na busca do saber: Ensinar é um exercício, aprender é um processo.
Paulo freire disse assim: “Quem ensina, aprende a ensinar, quem aprende ensina a aprender”. O Apóstolo Paulo também escreveu: “Se é ensinar, haja dedicação no ensino”.
Jesus, o incomparável, ensinou-nos sobre o passado, presente e porvir e deu-nos exemplos eternos de amor, fé, compaixão, coragem, dedicação, submissão, sabedoria, conhecimento, oração, comunhão, vigilância, poder e humildade, dentre outros.
Nossa vida é feita de momentos, poucas pessoas sabem compreender e entender o sublimes momentos da nossa vida. Talvez seja nos momentos mais singulares da nossa vida que somos tomados de inspiração para escrever acerca das coisas inefáveis como a respeito do supremo Deus.
Coisas boas de Deus têm acontecido em nossas vidas e nem damos conta, muito menos desfrutamos delas por não dar a elas a devida atenção e valorização. Então, faz-se necessários o uso do colírio da gratidão nos olhos para que possamos visualizar as coisas especiais que nos acontecem por Sua permissão. Desprender da cegueira humana para contemplar as maravilhas que nos cerca. Enxergamos, falamos, escutamos, andamos, respiramos e não reconhecemos que isto é um milagre!
DEUS! Eu declaro sua soberania na minha vida!................
Quero conhecê-lo melhor a cada dia porque ele é quem cuida de mim! E você??????
Medite com carinho e fé.

domingo, 18 de maio de 2008

A CONSEQUENTE ENTROPIA DA FORMAÇÃO HUMANA





Os dias atuais exercem uma ordem em que apresentam uma incrível dinâmica na capacidade de transportar informações que influenciam decisivamente o modo pelo qual uns ou outros se inserem na sociedade, na cultura, e principalmente na educação.
Na tentativa de adaptar-se às alterações onde a rapidez da informação e a quantidade delas são incorporadas de forma mecânica na mente das pessoas, provocadas em nome da formação de um novo cidadão do mundo, o desejo de autopromoção de alguns acabam por depreciar a virtude, o valor, e até o merecimento de outros, retardando um avanço significativo de crescimento humanitário.
A nova realidade exige cada vez mais certificados de qualificações, submetendo o educador a procura de “horas” que elevará sua pontuação curricular por meio de capacitações que na maioria das vezes, sem base ética necessária à formação humana de todo cidadão para a vida em sociedade, geram a conseqüente entropia.
No entanto, o que se percebe no conjunto das reformas é o descomprometimento com a formação inicial de cada um que para agradar ao sistema nas suas múltiplas facetas, tende-se a se submeter à formação de uma política de formação em serviço, que ocorre de um modo geral de forma aligeirada, intitulados em sua nomenclatura ora de formações continuadas, ora de momentos coletivos.
Embora, o que se perceba seja a inexistência de políticas de valorização desses profissionais que precisam se onerar em extenuantes jornadas de trabalho para corresponder a esse chamamento em busca de registros que certifiquem suas participações reduzindo-os em determinantes suficientes para produzirem um excelente desempenho profissional a fim de garantir o enfrentamento competitivo do mercado onde atua.
Atender, viver e produzir a existência, por meio do trabalho, constitui-se uma exigência que a educação necessita assumir ante os ditames dessa cultura globalizada: construir e reconstruir coletivamente uma política social, cultural e sobretudo educacional viva, que priorize o humano, virtude que vem se degradando a cada dia numa escala sem precedentes.

Entre Pedras e espinhos




"Ainda que a figueira não floresça, nem haja fruto nas vides; ainda que falhe o produto da oliveira e os campos não produzam mantimento, ainda que o rebanho seja exterminado da manada e nos currais não haja gado; todavia eu me alegrarei no Senhor e exultarei no Deus da minha salvação. O Senhor Deus é a minha força. Ele fará os meus pés como os da corça, e me fará andar sobre os meus lugares altos" (Habacuque 3.17-19).

Na Bíblia Sagrada, no Velho Testamento encontramos o Livro de Habacuque antecedendo o Evangelho de Mateus, cujo nome do autor está no próprio título, provavelmente escrito cerca de 606 a.C., onde podemos encontrar registrada a presente citação inicial.
Nos tempos do Profeta Habacuque, as forças estrangeiras estavam para invadir sua terra chamada Judá. Babilônia, inimigo relevante, levantara-se como uma ameaça constante. O povo de lá estava desacreditado em Deus, tornando-se violentos, idólatras, incrédulos e desesperançados. Veja a forma como o Profeta retrata verbalmente a cena: "...Até quando, SENHOR, clamarei eu, e tu não me escutarás? Gritar-te-ei: Violência! E não salvarás? Por que razão me mostra a iniqüidade, e me fazes ver a opressão? Pois que a destruição e a violência estão diante de mim, havendo também quem suscite a contenda e o litígio. Por esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida." (Hb.1:1-4)
Hoje não é muito diferente daqueles tempos, pois a nível mundial estamos vivendo um caos. Para todo lado existe a impunidade, a injustiça, a violência, e a falta de paz está presente. Sabemos que este mundo é constituído de famílias e quantas destas estão passando hoje por calamidades, problemas de vários níveis e circunstâncias. Para todos os lados que olhamos, vemos o reflexo de uma sociedade corrompida pelo pecado, pelo engano, pela soberba, pelo orgulho.
Num sentido figurado, a Judá de hoje está sendo ameaçada por todos os meios, até no evangélico, pelos Babilônicos que estão à espreita querendo tragar seus habitantes por completo e implantar o seu reinado tirano de opressão, de cativeiro, de humilhação e apostasia. Insiste em querer oprimir e invadir, se possível for a alma e o espírito de cada um de nós.
Tal como o profeta Habacuque aqueles que tem fé, amor e esperança, tem que sair do estado de inércia e lutar a favor das vidas.
Será que não é isto o que Deus tem para a minha e para a sua vida? Temos clamado e chorado, desesperando algumas vezes à procura de soluções cada vez mais distantes. É como se estivesse num deserto com sede, depois de caminhar dias e logo a frente aparecer um oásis, mas que na realidade por causa do sol é apenas uma miragem e nada mais do que isto.
Para Habacuque, humanamente falando, nada à sua frente parecia fazer sentido, porém havia em sua vida a presença de Deus que fazia a diferença e com esta presença a esperança chegava nos momentos mais difíceis, fazendo-o enxergar bons resultados onde nada se aproveitava.
Talvez você não veja nenhum motivo para se regozijar, se alegrar, pois quem sabe muita coisa está acontecendo em sua vida e em sua família de ruim que você nunca programou. Seu sonho tem virado pesadelo, seu castelo desmoronou e agora ficam os questionamentos, as cobranças os devaneios da vida...
Escute o que vou lhe dizer: Jesus Cristo é a sua única opção na vida e com ela tudo vai mudar. Você vai sorrir novamente, vai olhar a vida com mais realismo, vai ser um homem, uma mulher mais maduro (a) e convicto, com um discernimento claro e firme do que Deus tem reservado para você e a sua família.
Ouça: o inimigo pode até zombar da sua dor, mas ele terá que assistir Deus enxugar suas lágrimas!
Não deixe o inimigo roubar sua alegria e nem pense que Deus te esqueceu, Mesmo que a figueira não floresça e falte o fruto... Todavia se alegre em Deus. Se o celeiro está vazio e falta mantimento, E até mesmo o céu negar sinal de chuva, lembre das promessas Dele na sua vida e pela fé abra covas no deserto. Porque se Deus prometeu, todos os seus sonhos até mesmo o impossível, Ele cumprirá e realizará no momento certo. Aproprie-se da vitória!


ONDE ABUNDOU O AMOR, SUPERABUNDOU A GRAÇA

ONDE ABUNDOU O AMOR, SUPERABUNDOU A GRAÇA

lindos e amados

lindos e amados
filhos